Pablo Hendrigo
Figurinhas da Copa
Ronaldo não está gordo, assim como o Presidente Lula não bebe muito. Mas... as imagens falam mais que as palavras:

O bom e velho (e gordo) Ronaldo.
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MaceióBrasil
Heloísa Helena diz que vai baixar os juros para acabar com a "bolsa-família dos ricos"
A candidata à Presidência da República Heloísa Helena (PSOL) pretende baixar a taxa de juros "a 6% numa tacada só" assim que assumir o cargo, em 1º de janeiro de 2007, se vencer as eleições de outubro. Em entrevista ao programa "Roda Viva" apresentado na noite desta segunda-feira (12/06) pela TV Cultura, a senadora alagoana afirmou que a medida é necessária para suspender o que chamou de "bolsa-família para os ricos".
"O governo FHC criou e o governo Lula aprimorou uma política de transferência de renda para pobres e ricos. O bolsa-família dos pobres os obriga a permanecer na miséria. O dos ricos beneficia 20 mil famílias que recebem R$ 600 mil por mês devido aos juros altos", afirmou Heloísa Helena. "Meu governo será o pior dos mundos para os delinqüentes de luxo."
Para a candidata, a taxa de juros estimula a concentração de renda ao elevar a remuneração que o governo paga aos portadores dos títulos da dívida interna. "Mas ninguém vai tirar dinheiro do Brasil mesmo com a redução dos juros. Vão tirar daqui para colocar onde?", indagou a senadora, para quem uma baixa imediata da taxa não causará inflação nem fuga de capitais.
Heloísa Helena disse que pretende manter o bolsa-família embora tenha restrições ao projeto. Para a senadora, o programa faz como que os pobres só sejam percebidos pelo governo quando suas adversidades já estão acentuadas. "Eu não quero que a menina receba uma bolsa do governo depois que engravidou. Eu quero que ela receba educação, saúde e lazer de qualidade, que se informe e não engravide".
A candidata também condenou a política econômica do governo Lula e classificou como "farsa" o pagamento antecipado da dívida do país para o FMI (Fundo Monetário Internacional), no início deste ano. "Lula criou a farsa de que roumpeu com o FMI - mentira que não rompeu".
Por várias vezes, a senadora referiu-se ao governo Lula como mera continuidade da gestão do tucano FHC (1995-2002). Como exemplo, Heloísa Helena afirmou que nenhum dos governos mostrou disposição em pacificar os conflitos agrários.
"Reforma agrária se faz com zoneamento agrícola, concessão de crédito e assistência técnica. É inaceitável que o Brasil use apenas 14% de suas áreas agricultáveis e que a maior parte da produção seja usada para satisfazer nichos comerciais no exterior", disse a senadora, criticando a vocação do setor primário para as exportações.
Para ela, a demora com a reforma agrária acirra os ânimos de quem a defende, o que pode resultar em manifestações violentas como a invasão da Câmara dos Deputados por intergrantes do Movimento pela Libertação dos Sem Terra. A candidata condenou a invasão, que, para ela, acabou contribuindo para a criminalização dos movimentos sociais.
Governabilidade
A candidata foi indagada por diveros jornalistas sobre como ela se relacionará com o Poder Legislativo se eleita, tendo em vista que seu partido, o PSOL, pode não atingir a cláusula de barreira. Heloísa Helena repetiu que estabelecerá novos parâmetros de governabilidade, negociando com o Congresso Nacional, Estados e municípios. A candidata não citou partidos com os quais poderia dividir o poder.
Heloísa Helena aproveitou também este tema para desferir críticas ao governo Lula e ao Congresso. "Quando o ocupante do Palácio do Planalto está disposto a agir com patifaria, o Congresso responde com patifaria. Um poder espelha o outro. Mas eu acredito ser plenamente possível que os poderes se relacionem em novas bases, com respeito mútuo".
A senadora afirmou que gostaria que o Congresso lhe fizesse oposição permanente. Para ela, a fiscalização dos atos do Executivo deve nortear o trabalho do Legislativo. Por outro lado, ela disse esperar que deputados e senadores aprovem seus projetos.
Respondendo a Fernando Rodrigues, colunista do UOL e da Folha de S.Paulo, a candidata disse que, se o Congresso ainda não votou projetos importantes para o país, foi porque a Presidência da República não se esforçou para isso.
PT, socialismo e amor
Embora não tenha economizado nas críticas ao presidente, Heloísa Helena afirmou que Lula é "a maior liderança popular da América Latina". Entretanto, a senadora disse que o presidente tinha pleno conhecimento dos esquemas de corrupção apontados pela denúncia da Procuradoria-Geral da República e pelo relatório final da CPI dos Correios.
"Justamente por não acreditar naquela visão preconceituosa de que Lula é manipulado, é que eu acho que ele sabia de tudo e que, por isso, não determinou investigação nenhuma antes dos escândalos", disse a candidata.
No ínício da entrevista, a senadora afirmou que se lembrava com tristeza da época em que militava no PT, partido para o qual ela disse ter "dedicado alguns dos melhores anos de sua vida". "A saída do PT foi um processo doloroso. Apanhei nas feiras e fugi de levar surra no interior de Alagoas para fazer campanha para o Lula."
Heloísa Helena explicou que, apesar de seu partido levar o "Socialismo" no nome, não pretende implantá-lo no Brasil em um eventual governo. "Não seria honesto afirmar que nós implantaríamos o socialismo no Brasil, só no Brasil. Não foi isso que cobramos do governo Lula.
A senadora ressaltou que não se trata das "experiências totalitárias do leste europeu" o socialismo que ela defende. "O socialismo é uma declaração de amor: de cada um conforme suas possibilidades; a cada um conforme suas necessidade".
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MaceióBrasil
João Lyra mantém 20 pontos à frente de Vilela
Na última pesquisa, feita na segunda e terça-feira da semana passada, o deputado obteve 46% das intenções de voto, enquanto o senador ficou com 26%.
O deputado federal João Lyra (PTB) manteve a vantagem de 20 pontos percentuais sobre o senador Teotonio Vilela Filho (PSDB) na disputa pelo governo do Estado nas eleições deste ano, na terceira pesquisa de intenção de voto realizada pelo Instituto Gape. Lyra aparecia com 47% da preferência do eleitorado alagoano no mês de maio e Vilela com 27%. Na última pesquisa, feita na segunda e terça-feira da semana passada, o deputado obteve 46% das intenções de voto, enquanto o senador ficou com 26%.
A pesquisa Gape verificou uma variação, no Estado, do índice de rejeição à candidatura de Vilela, que aparecia com 14% das indicações para o candidato em que o entrevistado “não votaria jeito nenhum”. Desta vez, o senador ficou com 18%, configurando um empate técnico com Lyra, que obteve 19% nas duas últimas aferições. Em Maceió, a diferença entre Vilela e Lyra aumentou. Em junho, o deputado tinha 46% das intenções de voto, enquanto o tucano aparecia com 28%. Nesta última amostragem, Lyra subiu para 49%, enquanto o senador teve uma queda de 4 pontos percentuais..
A candidata do PT, Lenilda Lima, e o do PSOL, Ricardo Barbosa, aparecem com 1% das intenções de voto..
Heloísa empata com Lula em Maceió.
Na amostragem de intenção de voto feita na semana passada pelo Gape, em Maceió, a senadora Heloísa Helena (P-SOL) apareceu tecnicamente empatada com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na disputa pela Presidência da República. A senadora alcançou a preferência de 34% dos eleitores entrevistados na capital, enquanto Lula obteve 35%..
O ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho (PMDB) - apesar de retirar sua candidatura - apareceu em terceiro lugar, com 12% das intenções de voto na capital alagoana, abrindo vantagem sobre o candidato do PSDB ao Palácio do Planalto, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, que aparece com com apenas 7% das intenções de voto. O deputado federal Enéas Carneiro (Prona) ficou com 2%..
No Estado como um todo, Lula tem 42% contra 25% da senadora Heloísa Helena. .
Senadora tem o menor índice de rejeição.
O índice de rejeição à candidatura da senadora Heloísa Helena (P-SOL) à Presidência da República continua sendo o menor registrado entre os candidatos avaliados pela pesquisa do Instituto Gape. A senadora obteve 8% nesse quesito, apenas um ponto percentual a mais do que no mês de maio.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve seu nome rejeitado por 21% dos eleitores alagoanos entrevistados pelo Gape, e ficou empatado com o ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho (PMDB). (Petrônio Viana).
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NINA LESSA |
| Alagoana de 20 anos, mora
no Rio de Janeiro há 17. É estudante de
jornalismo e escreve poemas desde os 11 anos de idade. |
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MÁCLEIM |
| Mácleim é alagoano,
compositor, arranjador, produtor musical e autor de
trilhas para teatro. |
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HERBERT LISBOA |
| Herbert Lisboa Torres é
Psicólogo, Cineasta, Apresentador de TV, Produtor
Cultural e Escritor. |
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PAULO SÉRGIO |
| Paulista, 36 anos, é jornalista e diretor do documentário "A Coluna Prestes e o massacre em Piancó". |
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BEROALDO |
| Beroaldo já rodou por vinte países e aprendeu a falar inglês, italiano, espanhol e francês, mas não conseguiu se formar ainda em Engenharia Elétrica. |
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LENILDA LUNA |
| Atualmente é repórter
do programa FIQUE ALERTA, da TV PAJUÇARA, onde
também faz produção e eventualmente
apresentação. |
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